02 outubro 2008

Fotografia Esportiva



Estava fazendo uma pesquisa sobre fotografia de esporte e selecionei dois profissionais. Pura Arte!
Bob Martin
http://www.bobmartin.com/
^^
Donald Miralle
http://www.donaldmiralle.com/

"A fotografia além de mudar meu olhar e meu pensar, me ensinou a falar”

"Quando criança costumava correr dos retratos de família. Certo dia presenciei um amigo ampliando uma cópia P/B, aquilo bastou para me apaixonar pela fotografia. Logo na seqüência, embarquei para São Francisco, Califórnia, onde iniciei um curso de fotografia P/B. De lá pra cá, venho me encantando com a maneira que a câmera me mostra o mundo, mudou minha forma de olhar e de pensar. Fotografo hoje em dia para traduzir meus pensamentos em imagens. Paixão que virou vício, nem imagino a vida sem imagens." - Jorge Lepesteur

SEBASTIAO SALGADO


Sebastião Ribeiro Salgado (Aimorés, 8 de fevereiro de 1944) é um fotógrafo brasileiro reconhecido mundialmente por seu estilo único de fotografar. Nascido em Minas Gerais, é um dos mais respeitados fotojornalistas da atualidade. Nomeado como representante especial do UNICEF em 3 de abril de 2001, dedicou-se a fazer crônicas sobre a vida das pessoas excluídas, trabalho que resultou na publicação de dez livros e realização de várias exposições, tendo recebido vários prêmios e homenagens na Europa e no continente americano. "Espero que a pessoa que entre nas minhas exposições não seja a mesma ao sair" diz Sebastião Salgado. "Acredito que uma pessoa comum pode ajudar muito, não apenas doando bens materiais, mas participando, sendo parte das trocas de idéias, estando realmente preocupada sobre o que está acontecendo no mundo".

PRINCIPAIS PREMIOS


Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, 1998.
Prêmio Eugene Smith de Fotografia Humanitária.
Prêmio World Press Photo
The Maine Photographic Workshop ao melhor livro foto-documental.
Eleito membro honorário da Academia Americana de Artes e Ciência' nos Estados Unidos.
Prêmio pela publicação do livro Trabalhadores.
Medalha de prata Art Directors Oub nos Estados Unidos.
Prêmio Overseas Press Oub oí America.
Alfred Eisenstaedt Award pela Magazine Photography.
Prêmio Unesco categoria cultural no Brasil.



Visitem o site Oficial desta fera
http://www.terra.com.br/sebastiaosalgado/
abraco a todos
Por Lui Macedo ajudado pela Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sebasti%C3%A3o_Salgado#Biografia

Mais fotos


01 outubro 2008

FOTOS DIVERSAS















Panoramica

Para quem acha que é perda de tempo parar um pouco durante o dia, então eu recomendo: perca seu tempo, pare para contemplar os espetáculos da natureza que nos é descortinado a todos os instantes do dia.

Concurso Internacional de Fotografia National Geographic 2008 e Concurso Cultural Sua foto

Entre os dias 1º de agosto e 31 de outubro de 2008, as fotos enviadas ao concurso cultural Sua foto também concorrem a uma viagem para Washington para conhecer a sede da National Geographic Society
Nesse período, os leitores selecionados como vencedores (1º lugar) nos concursos locais (Sua foto, no caso do Brasil), que acontecem em vários países ao redor do mundo, concorrem automaticamente ao Concurso Internacional de Fotografia National Geographic 2008.
Esse concurso elege a melhor foto de natureza, pessoas e lugares. O resultado dos vencedores brasileiros serão divulgados em novembro de 2008, no site da National Geographic Brasil e haverá um vencedor por categoria. O resultado final, com os vencedores internacionais, será divulgado no dia 15 de dezembro de 2008.
PremiaçãoO primeiro lugar de cada categoria (natureza, pessoas e lugareas) receberá uma viagem para conhecer a sede da National Geographic Society em Washington, D.C. por cinco dias e quatro noites em datas ainda a serem definidas, em Dezembro de 2008 ou começo de 2009.
outras informações

National Geographic


O último dos neandertais

30 setembro 2008

Veja 10 dicas de fotografia digital

Bruno Maestrini Tirar fotografias não é uma tarefa tão fácil quanto pode parecer. A habilidade em fotografar vai muito além de um simples apertar de um botão. Veja a seguir algumas dicas básicas para melhorar suas fotos.


1) Enquadramento
Tente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto. Desclocar o objeto principal da imagem pode fazer toda a diferença para deixá-la mais interessante.
Divida mentalmente o visor da câmera em três colunas e três linhas, como em um jogo da velha. As intersecções das linhas são os pontos mais interessenantes da sua foto. As linhas em si também mostram pontos de destaque, para colocar os olhos de uma pessoa ou o horizonte, por exemplo.
2) Flash desnecessário
Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar o flash de forma correta. Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura.
Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, às vezes um pouco mais. Não adianta deixar o flash ligado em uma foto onde o foco é um objeto a 30 metros.
Um bom exemplo de mau uso do flash são shows. Em linhas gerais, não é necessário luz extra alguma nesse caso. A luz do palco é mais do que suficiente para sua foto. Usar flash só vai iluminar as cabeças de quem está na sua frente, fazendo sumir o resto.
3) Flash necessário
Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é um acessório necessário. Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pode ser usado como preenchimento.
Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis.
4) Cuidado com o fundo
Tenha muito cuidado ao selecionar o local onde você vai tirar um retrato. A escolha do que aparece ao fundo é tão importante quando o que vem em primeiro plano.
Cores vibrantes, linhas e outros objetos podem interferir ou tirar a atenção do foco. Um erro engraçado, porém muito comum, é tirar foto de uma pessoa em frente a uma árvore onde os galhos parecem formar chifres sobre sua cabeça.
5) Retratos
Aproxime-se. Quando o assunto é uma pessoa, o que se quer mostrar é, oras, a pessoa. Não tenha medo de chegar perto. Se quiser, pode até cortar um pouco da parte de cima da cabeça. A esta distância é possível reparar em detalhes como sardas e cílios. O que não pode acontecer é aquele monte de nada na volta e um pequeno sujeito no meio.
6) Olhe nos olhos
Tire fotos na altura dos olhos da pessoa. Para tirar foto de criança fique de joelhos, sente, atire-se no chão. Faça o necessário para ficar ao nível dela.
7) Fotos verticais
Muitos assuntos exigem uma foto vertical. Se o foco tiver mais linhas verticais, como um farol ou uma escada, vire a câmera.
8) Aproveite a luz
Não há luz mais bonita que a luz natural do sol. Sempre que puder, aproveite-a. Posicione-se de forma a deixar a fonte de luz à suas costas, aproveitando assim a iluminação. É impressionante quanta diferença pode fazer um simples passo para o lado.
A luz difusa de um dia nublado é excelente para realçar cores e suavisar contornos, sendo excelente para tirar retrados.
É preciso de muito cuidado ao usar o flash. A luz dele, além de forte, tem uma cor diferente a do ambiente. Uma luz dura vai deixar rugas e imperfeições muito mais aparente. Já notou como sempre se fica feio em foto 3x4? Eis a resposta.
9) Cor
A maioria das câmeras digitais vêm com controle de cor, ou white balance. Esse controle de cor faz com que o branco seja realmente branco sob determinada fonte de luz. Mas as configurações pré-selecionadas da câmera nem sempre são as mais indicadas para quem quer fidelidade.
A configuração para dias ensolarados, normalmente indicada por um pequeno sol, dá um tom mais amarelado às fotos. Essa tonalidade dá uma sensação de calor e afeto, tornando a foto mais interessante sob determinados aspectos.
Experimente bastante o controle de cor até acertar o que mais se adequa ao que você quer.
10) Experimente
Não há melhor dica do que esta: experimente. O segredo da fotografia está na tentativa e erro. Leia de cabo a rabo o manual da sua câmera, para saber tudo que ela é capaz, e tente todas as configurações possíveis.
A fotografia é muito subjetiva, não há regras. O mais importante é aprender a dominar a luz e sua câmera, para depois fazer o que quiser.


(fonte:http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI830798-EI4797,00.html)

Favela Colorida

Existem projetos no mundo todo para pintura de favelas ou de casas amontoadas em morros. Nesta imagem da itália temos casas que não podem ser chamadas de favelas mas que ganham um pintura de cores diferentes e que garante um bonito efeito. Uma forma simples e porque não barata de transformar uma favela em um local bonito e turístico.
Isto pode interferir até mesmo na estima de cada morador já que se sente mais valorizado por morar em uma casa bonita. A teoria das cores não nos deixa mentir com relação a influência que as cores possuem no comportamento humano.

By Bill Designer

Arnaldo Martins

Arnaldo Martins tem seu estúdio em São Paulo desde o ano 2000. Antes disso trabalhou em Cinema após formar-se em Publicidade pela Escola Superior de Propaganda e Marketing – ESPM, em São Paulo e depois de um período em Cuba, onde estudou Direção de Fotografia para Cinema na Escuela Internacional de Cinema y Television - EICTV.Finalmente, foi assistente de fotógrafos de Moda em São Paulo, até o ano 2000, quando montou seu próprio estúdio, onde hoje realiza seus trabalhos de Moda, Still e fotografia industrial.

29 setembro 2008

Fotografias que mudaram o mundo

http://digitaljournalist.org/issue0309/lm_index.html
esta é uma sequencia de fotografias que fizeram muitos de nós parar e pensar um pouco mais sobre o que sera do mundo adiante......

confiram
Bill Designer

Olhares

um site dedicado a fotógrafos profissionais e amadores
vale a pena dar uma conferida.

Zoom nos olhos

25 setembro 2008

Fotojornalismo é a prática do jornalismo por meio da linguagem fotográfica em substituição à linguagem verbal. O fotojornalismo preenche uma função bem determinada e tem características próprias. O impacto é elemento fundamental. A informação é imprescindível, assim como o elemento de atualidade e interesse social. É na fotografia de imprensa, um braço da fotografia documental, que se dá um grande papel da fotografia de informação, o fotojornalismo.

É no fotojornalismo que a fotografia pode exibir toda a sua capacidade de transmitir informações. E essas informações podem ser passadas, com beleza, pelo simples enquadramento que o fotógrafo tem a possibilidade de fazer. Nada acontece hoje nas comunicações impressas sem o endosso da fotografia. Existem, basicamente, três gêneros de fotografia jornalistica: As fotografias sociais: Nessa categoria estão incluídas a fotografia política, de economia e negócios e as fotografias de fatos gerais dos acontecimentos da cidade, do estado e do país, incluindo a fotografia de tragédia. As fotografias de esporte: Nessa categoria, a quantidade de informações é o mais importante e o que influi na sua publicação. As fotografias culturais: Esse tipo de fotografia, tem como função chamar a atenção para a notícia antes de ela ser lida e nisso a fotografia é única. A fotografia em preto e branco publicada em jornais, existe há mais de cem anos e é uma das características do fotojornalismo. Embora, a fotografia colorida tenha ganhado espaço nessa categoria, no inicio dos anos 70 com as revistas semanais como Veja, IstoÉ e Época.

Daguerreótipo

O daguerreótipo é um processo fotográfico feito sem uma imagem negativa


História:
Foi criada pelo francês Louis Daguerre em 1837 e anunciada em 1839. Foi declarado pelo Governo Francês como domínio público.
Neste mesmo ano um processo fotográfico distinto foi anunciado por William Henry Fox Talbot, na Inglaterra.
Com a invenção deste novo processo de reprodução da realidade, as artes plásticas adquiriram muito mais liberdade de criação, visto que não precisavam ater-se ao real, criar cópias deste. Paralelamente ao surgimento do daguerreótipo, acontecia na Europa, e principalmente na França, o Impressionismo, que trazia técnicas inovadoras de pintura por meio da luz.


Método daguerreótipo:
Uma lâmina de prata é sensibilizada com vapor de iodo, formando iodeto de prata sobre a lâmina.
Expondo essa lâmina por cerca de 20 a 30 minutos na câmara escura, os cristais de iodeto de prata atingidos pela luz se transformam em prata metálica, de forma a gerar uma imagem latente (onde as regiões da lâmina mais atingidas pela luz formam mais prata metálica e as regiões pouco iluminadas quase não a formam), que pode ser revelada pelo vapor de mercúrio.
O mercúrio reage com o iodeto de prata afetado pela luz, formando uma liga brilhante nas áreas mais claras da imagem. De forma semelhante à reação da exposição do iodeto de prata, o mercúrio reagirá de forma mais intensa nas regiões da lâmina que tiverem sido mais atingidas pela luz, pois é onde se concentra a prata metálica.
Para fixação da imagem na lâmina, utiliza-se solução de hipossulfito de sódio, que solubiliza o iodeto que não reagiu e, após sua aplicação, a lâmina é lavada em água corrente.
O resultado é um positivo ricamente detalhado, em baixo relevo com infinitas tonalidades de cinza, e sua superfície é tão delicada que tem de ser protegida com um cristal e hermeticamente fechada, evitando o contato com o ar.

(fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Daguerre%C3%B3tipo)

24 setembro 2008

O mais belo suicídio

Em primeiro de maio de 1947, com apenas 23 anos, Evelyn McHale se jogou para a morte a partir do observatório do Empire State Building. O fotógrafo Robert Wiles bateu uma foto de Evelyn quatro minutos após a sua morte.


Dia em maio, logo após deixar seu noivo, aos 23 anos de idade Evelyn McHale escreveu uma nota. "Ele estará muito melhor sem mim ... Eu não seria uma boa mulher para ninguém." Ela foi para a plataforma de observação do Empire State Building. Através da neblina que ela olhou para a rua, 86 andares abaixo. Então ela pulou. Na sua desesperada determinação clara de que ela saltou dos reveses e bateu numa limousine estacionada no meio-fio. Do outro lado da rua o estudante de fotografia Robert Wiles ouviu um explosivo acidente. Apenas quatro minutos após a morte de Evelyn McHale Wiles tenho esta imagem de violência e morte da sua compostura.

(fonte: www.kottke.org/08/07/the-most-beautiful-suicide)

Canon - Pixels

O braço australiano da Leo Burnett criou essa campanha para a Canon, a famosa fabricante de câmeras fotográficas. A campanha mostra o quando os novos processadores da câmeras Canon, o Dig!c, melhora a qualidade das imagens. Os títulos dizem que o processador Dig!c entrega pixels perfeitos, mais coloridos, com maior rapidez e mais nítidos.

(Fonte: http://casadogalo.com/canon-pixels/)

A menina Afegã


Sharbat Gula foi fotografada quando tinha 12 anos pelo fotógrafo Steve McCurry, em junho de 1984. Foi no acampamento de refugiados NasirBagh do Paquistão durante a guerra contra a invasão soviética.Sua foto foi publicada na capa da National Geographic em junho de1985 e, devido a seu expressivo rosto de olhos verdes, a capa converteu-senuma das mais famosas da revista e do mundo.No entanto, naquele tempo ninguém sabia o nome da garota. O mesmo homem que a fotografou realizou uma busca à jovem que durou exatos 17 anos. Em janeiro de 2002, encontrou a menina, já uma mulher de 30 anos e pôde saber seu nome. Sharbat Gula vive numa aldeia remota do Afeganistão, é uma mulher tradicional pastún, casada e mãe de três filhos. Ela regressou ao Afeganistão em 1992.

Regras de composição

1. Regra dos terços
Esta regra pede que você divida a imagem em 3 partes iguais e faça a composição em terços. Isso se aplica às direções horizontal e vertical e às composições verticais e horizontais. O objeto dominante na fotografia é colocado um terço acima ou abaixo na foto e/ou um terço à esquerda ou direita. Na foto "Pôr do sol no lago Powell", por exemplo, o lago e as formações rochosas ocupam apenas um terço do espaço vertical disponível, enquanto o céu toma os dois terços restantes.

2. A regra de ouro A regra de ouro ganhou importância durante a renascença, quando foi redescoberta pelos Mestres. Ela foi, no entanto, criada na Grécia antiga. A regra de ouro diz que a área mais importante de uma imagem está localizada próxima ao canto inferior direito, a cerca de 1/4 de distância da base da foto e 1/4 de distância da extremidade direita. "Nascer do sol no inverno de Zion" foi composta de acordo com a regra de ouro. O "yucca", elemento mais importante do primeiro plano, está localizado no canto inferior direito, eqüidistante do fundo e da margem direita da foto.
Porquê o canto inferior direito? Essencialmente porque, teoricamente, nós "lemos" uma imagem da mesma forma que lemos um texto: da esquerda para a direita e de cima para baixo. Como nossa leitura acaba no canto inferior direito da página, esta acaba sendo a área em que concentramos nossa atenção por mais tempo, enquanto paramos ou fazemos uma breve pausa antes de passarmos � próxima página (ou próxima fotografia). Em acordo com esta teoria está o fato de japoneses e chineses olharem para imagens de uma forma bem diferente.

3. Linhas guia

Outra forma clássica de compor uma fotografia usa linhas que guiam o olhar para dentro da composição. O exemplo típico é uma estrada ou ferrovia levando nosso olhar para o horizonte.
Na fotografia de natureza não temos estradas ou ferrovias, a menos que decidamos incluir elementos feitos pelo homem na foto. Mas, felizmente, temos outros elementos que podem trabalhar de forma tão eficiente quanto. Os rios são um bom exemplo, como mostrado na foto "O rio Virgin e o Watchman no pôr do sol". Neste exemplo o rio Virgin puxa nosso olhar para dentro da imagem. A curva feita pelo rio adiciona um elemento de movimento e ajuda a tornar a foto ainda mais interessante.

4. Perspectiva
Perspectiva é um elemento muito poderoso nas composições. No exemplo acima, percebe-se que a largura do Rio Virgin diminui progressivamente enquanto ele se distância. Esta redução é causada pela perspectiva que diz que o tamanho dos objetos se reduz quando estes se distanciam do espectador. A perspectiva é uma das formas mais efetivas de se adicionar profundidade e distância � uma imagem.

5. Emoldurando a imagem
Nesta técnica a visão principal, geralmente em segundo plano, é emoldurada por algum outro elemento, geralmente no primeiro plano. Em "O Arco de Lágrima e o Nascer da Lua" usei o arco para emoldurar uma visão distante do Monument Valley. Sem o arco esta visão seria bem menos interessante e dramática.


Fonte: http://ricciardionline.com/